quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A "DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA" QUE MICHAEL IDEALIZOU


Em seu discurso de 35 minutos em um dia inesquecível - 6/2/2001 - no Carnegie Hall, Michael havia recebido mais de 20 mil solicitações de ingressos de pessoas interessadas em ouvir o que ele considerava de maior importância para o bem-estar e o futuro das crianças de todo o mundo.
Michael, então, fez a sua "DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS" que incluía:

O direito a ser amada, sem ter que fazer nada por isso;
O direito a ser protegida, sem ter que fazer nada para merecer isso;
O direito a se sentir valiosa, mesmo se veio ao mundo sem nada;
O direito a ser ouvida sem ter que ser particularmente interessante;
O direito a ouvir uma história antes de dormir sem ter que competir com o noticiário noturno ou com a novela;
O direito à educação sem ter que se esquivar de balas na escola;
O direito a ser considerada adorável ( mesmo que tenha um rosto que só a mãe pode amar).

E concluiu dizendo:

"Deste dia em diante, que uma nova canção seja ouvida.

Que a nova canção seja o som de crianças rindo.

Que a nova canção seja o som de crianças brincando.

Que a nova canção seja o som de crianças cantando.

E que essa nova canção seja o som de pais ouvindo.

Juntos, vamos criar uma sinfonia de corações, admirando-nos com o milagre das nossas crianças e nos aquecendo na beleza do amor. Vamos curar o mundo e acabar com a dor."

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